A Compwire atua no mercado corporativo e de governo de forma consultiva para projetos de médio e grande porte em infra-estrutura e serviços de TI. Ao longo da última década os investimentos das empresas em tecnologia evoluíram muito, motivados pelos novos recursos disponíveis, que fornecem dados importantes ao corpo administrativo capacitando-o na tomada de decisões.

Dentro desse mercado existem algumas empresas que se destacam, são elas: IBM, HP, Hitachi, DELL, EMC², Cisco, Brocade, VMware, Trend Micro, RSA, NetApp entre outras.


Característica da área de atuação

No Paraná assim com em Santa Catarina, nos municípios próximos dos grandes centros a receptividade é menor e existe uma certa preferência por fornecedores locais o que nos prejudica um pouco em SC. Já nos municípios do interior, por se tratar de uma região menos explorada pelos fornecedores, conseguimos uma abertura maior com a equipe de TI, no entanto a negociação só será efetivada depois de muitas visitas que despertam a confiança do cliente no fornecedor distante.


Participação do seu serviço neste mercado

O principal foco da Compwire está nas soluções de armazenamento e gerenciamento da informação através dos produtos EMC², seguido pelas soluções de segurança com os produtos da Symantec, soluções de virtualização com a VMware e soluções de servidores com a DELL. Em ambas as áreas de atuação o mercado está em visível crescimento e seus principais indicadores apontam para um aumento de algo próximo a 30% ao ano. Em nossa região de atuação os investimentos em TI giram em torno de U$ 10 milhões entre infra-estrutura e softwares o que é um valor baixo tendo em vista o potencial dos dois estados, isto ocorre porque na maioria das empresas os investimentos em TI ainda são percebidos como despesas, o que muitas vezes inviabiliza a aprovação de projetos com bom potencial a médio e longo prazo, sem retorno imediato.



Evolução do mercado

“O estudo aponta que, em 2007, o universo digital tinha 281 exabytes ou 281 bilhões de gigabytes, o que representa um volume 10% maior que o previsto no ano anterior. Mais que isso, o estudo diz que, até 2011, este volume será dez vezes maior que o registrado em 2006. Pela primeira vez na história, o volume de dados criados, capturados ou replicados em 2007 excedeu a capacidade de armazenamento existente, o que levou à previsão de que, em 2011, cerca de 50% do chamado universo digital não terá endereço fixo. Com a explosão, aumenta o tamanho e a complexidade dos dados com os quais as empresas terão que lidar daqui para frente o que, segundo a IDC, representará três desafios:

1) As empresas terão que transformar as relações que mantêm hoje com suas unidades de negócios. Isso significa contar com os profissionais certos na organização para criar, armazenar, reter, dispor e garantir a segurança das informações para toda a empresa, lembrando que lidar com o universo digital não será apenas uma questão técnica.

2) Estas companhias terão que reforçar o desenvolvimento de políticas internas para governança da informação, prevendo itens como: segurança da informação, retenção da informação, acesso a dados e conformidade.

3) Também será necessária a criação de novas ferramentas e padrões organizacionais – incluindo otimização de storage, pesquisa de dados não estruturados e análise de bancos de dados – que permitam a virtualização de recursos de gerenciamento e segurança. Tudo isso será necessário para tornar a infra-estrutura de informação o mais flexível, adaptável e escalável possível. O estudo ressalta que existem hoje diversas ferramentas disponíveis – das tecnologias Web 2.0 e drives com terabytes de capacidade aos softwares de pesquisa de dados não estruturados e Web semântica – que podem facilitar a missão. “Fazendo do modo correto, o crescimento da informação pode ser transformado em crescimento econômico”, diz o documento. De todo modo, os desafios não são simples. O estudo aponta que, enquanto mais de 70% do conteúdo digital existente no mundo é criado, capturado ou replicado por indivíduos – usuários e trabalhadores que passam longe dos data centers – as corporações têm responsabilidade por 85% deste conteúdo. “A responsabilidade das empresas talvez seja compreendida pelas áreas jurídica, de relações com investidores, CEOs e especialistas em relações públicas, mas os técnicos responsáveis pelos data centers não estão equipados para traduzir esta compreensão em políticas, estratégias de armazenamento ou práticas de segurança da informação”, provoca o estudo.”

O mercado de software de segurança tem uma fatia menor dos investimentos de TI em 2006 os gastos com estes produtos alcançaram U$ 117 milhões no Brasil com um crescimento de 18% em relação a 2005, mantendo a média de crescimento próximo a 15% desde 2001.


“Como está composto o mercado de software de segurança"

Os softwares de segurança cobrem uma ampla variedade de tecnologias que aumentam a segurança dos computadores, sistemas de comunicação de Internet, redes e transações de dados. As tecnologias de segurança são usadas para garantir confidencialidade, integridade e privacidade. Por meio do uso de aplicações de segurança, as empresas ou organizações podem oferecer administração de segurança, controle de acesso, autenticação, proteção de vírus, criptografia, detecção de intrusões e prevenção e defesa de um determinado espaço. Todas essas ferramentas são desenvolvidas ou desenhadas para melhorar a infra-estrutura de segurança de redes de uma organização e para ajudar no desenvolvimento de serviços de maior "valor agregado". O mercado de software de segurança também inclui aplicações em administração de segurança, administração política de segurança, qualidade de serviço, ampla oferta e administração do uso de banda.”

“São Paulo, 18 de junho de 2008 – O mercado mundial de software para segurança da informação alcançou a marca de U$10,4 bilhões em 2007, um aumento de 19,8% em relação ao ano anterior. Em 2006, o faturamento do setor ficou em U$8,7 bilhões, de acordo com pesquisa divulgada pelo Gartner. Os Estados Unidos e Europa continuam liderando as vendas, com market share de 47,5% e 31,7% respectivamente. Porém, o mercado com maior taxa de crescimento foi a América Latina, com um aumento de 40% em relação ao ano de 2006. O Oriente Médio/África registrou uma expansão dos negócios de 35% e o Pacífico/Asia de 27%. Segundo analistas do Gartner, o crescimento do mercado foi puxado pela maior procura das empresas por tecnologias para garantir a privavidade de seus dados e a necessidade de se adequarem com as novas regulamentações que pedem transparência dos negócios.


Líderes do mercado

A liderança deste mercado é da Symantec, que respondeu por 26,6% da fatia do mercado, com faturamento de U$2,5 bilhões; seguida por McAfee com 11,8% do total e U$1,2 bilhões e Trend Micro, que ficou com 7,8% do mercado gerando um total de U$809 milhões.”